Pular para o conteúdo principal

APÓS PEDALAR NA CHUVA...

CUIDADOS COM A BIKE APÓS PEDALAR NA CHUVA


Após pedalar na chuva é comum a corrente da bicicleta ficar com alguns pontos de ferrugem e algumas partes estralando, como pedivela e canote de selim.
Para evitar probleminhas assim, sempre que for sair pra pedalar, mesmo com chuva, o ideal é lubrificar a corrente com óleo especial para condições extremas (chuva, lama); e sempre logo após pedalar com chuva, retire o canote de selim da bicicleta e vire-a de cabeça para baixo. Isso faz com que parte da água que penetra pelo canote de selim escorra, sem causar danos ao movimento central, pois mesmo os movimentos selados, se trabalharem “submersos” podem danificar os rolamentos. Após isso, passe um pano na inserção do canote no quadro e no quadro, para evitar sujeiras e o tal “tec tec”. Sempre que pedalar na chuva, enxague a corrente da bike para remover grãos de areia e sujeira e lubrifique-a novamente.
Para bicicletas com suspensão traseira, o ideal é lubrificar os links do quadro também para evitar esses barulhos.
Em alguns casos, bicicletas montadas com pedivela de encaixe tradicional (ponta quadrada) pode ocorrer de entrar água com poeira entre o pedivela e a ponta do eixo e isso começar a estalar, principalmente em subidas. Neste caso é recomendável sacar o pedivela, limpar e engraxar novamente.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DEPOIMENTO DE UM CICLISTA

Muitos “mangam” de mim quando falo que acordo antes do sol nascer aos finais de semana para dar uma voltinha em minha “magrela”. “Mangam” mais ainda quando me veem pelas ruas da Belô todo equipado, de capacete, calça de lycra (claro que a especial para pedalar), de óculos amarelo (tipo Bono Vox), sapatilha no pé e uma garrafa lotada de “Malto” pronto para encarar as estradas suando feito uma “tampa de chaleira”. Pois bem. Qual é o limite? Quando estamos na “correria” do dia a dia, mal observamos as estações do ano, os Ipês plantados na Av. Amazonas que florescem deslumbrantemente na primavera e movimento fantástico do Sol na travessia diária do céu, mal ouvimos o som dos grilos e poucos pássaros que restam na ilustre lagoa da Pampulha. Sabem por que perdemos tudo isso? Porque mal saímos de dentro do carro com os vidros fechados receosos, mal saímos do trabalho cada vez mais acumulado e de casa nos momentos de descanso, criando assim apenas uma visão do mundo pelas janelas com qual ...

CICLISMO E DORES NAS COSTAS

As dores nas costas não são um sofrimento específico do ciclismo ou mountain bike, mas sim um mal que atinge grande parte da população mundial. As dores normalmente estão associadas à má postura, vícios, sobrecarga no trabalho, desvios estruturais, traumas, etc. A coluna vertebral pode ser dividida em quatro partes: coluna cervical, torácica, lombar e sacral, cada parte formada por vértebras e discos que protegem a coluna de impactos e permite que ela seja flexível sem danificar suas estruturas. Quando flexionamos as articulações da coluna e do quadril, colocamos parte do nosso peso fora do eixo da coluna, o que fará com que os músculos se contraiam para evitar uma queda. Essas contrações bem como a carga do próprio músculo geram uma sobrecarga nas vértebras, ligamentos e discos da coluna. Normalmente o organismo suporta bem essas sobrecargas, mas quando elas são prolongadas ou muito intensas, podem causar dores mais fortes, geralmente por desgaste muscular ou por motivos mais ...

BICICLETAS PARA DEFICENTES FÍSICOS

Somente quem tem uma limitação física é capaz de dar valor às pequenas coisas, como andar de bicicleta. Mas a Organização Não Governamental (ONG) Embrião, com sede local em Alvorada, vem há algum tempo, com uma iniciativa, iluminando a vida de alguns adolescentes. Eles não veem, mas sentem. Sentem com os pés, com as mãos e principalmente com o coração, com a mesma, ou até mais, sensação de liberdade de quem enxerga. De acordo com a ONG, o grupo se sentia excluído nos passeios ciclísticos realizados na cidade e os limites impostos pela deficiência visual os impedia de participar. “A partir disso, reunimos o grupo de voluntários e pensamos nesta proposta de geminar as bicicletas”, ressalta a presidente Janete Soares dos Santos. Conforme a presidente, o início foi bem simples: “Pegamos duas bicicletas usadas que tínhamos em casa, conversamos com um serralheiro, que logo se prontificou em soldar nossa ideia.” A bicicleta, que tem um guidão fixo e outro móvel, além de ser um momento praz...